O Dia dos Namorados sob uma perspectiva espiritual por David Bates

Talvez você já tenha ouvido a expressão: “O amor é uma coisa engraçada”. Imagino que seja porque o amor parece tão inconstante.
À primeira vista, algumas pessoas o possuem, outras não. Algumas procuram
por ele desesperadamente, enquanto outras geralmente se contentam
em viver sozinhas. Com a proximidade do Dia dos Namorados, um dia que muitos
esperam com expectativas românticas,ou com ansiedade, lembrei-me de uma ocasião, há alguns anos, quando estava na faculdade, em que me considerava uma pessoa em
busca do amor. Na verdade, tinha  muita certeza de que encontraria minha futura esposa durante esse período e que viveríamos “felizes para sempre”. No entanto, quatro anos mais tarde, já estava formado, mas ainda solteiro. Teria eu deixado escapar alguma coisa?
Foi de certo modo um período desanimador para mim, e fiquei muito desalentado e cético quanto a encontrar o amor. Sabia que não tinha tratado do assunto corretamente,
por isso comecei a orar por uma nova maneira de considerar os relacionamentos.
Se já comprovara a força do poder divino em minha vida, não poderia também comprovar a qualidade do amor de Deus? Cresci sabendo que Deus era
a fonte de todo o bem em minha vida. Isso ficara especialmente claro para mim quando praticava esportes. Durante treinamentos rigorosos, quando algumas vezes ficava fatigado e dolorido, volvia-me a Deus pedindo forças. Muitas vezes havia orado com este versículo de Jó: “O Espírito de Deus me fez, e o sopro do Todo-poderoso me dá vida” (33:4)

…Alguém uma vez explicou o termo companheirismo desta forma:
“Você e sua amada estão escalando os dois lados de uma montanha. À medida que vocês vencem os desafios que envolvem a escalada, vocês se aproximam mais um do outro e, ao mesmo tempo, de uma visão mais elevada de Deus”. Claro que
essa analogia tem seus limites, mas penso que há muita verdade nela.

LER o ARTIGO: CLique aqui

FONTE:http://www.arautocienciacrista.com

Atividade na Igreja de Porto Alegre

A IGREJA VIVA NA PARCERIA COM OS JOVENS

Crédito: Ana Paula Carrubba – staff © Léo Gibran

O Kim Donadelli do TMCYouth virá a Porto Alegre:

No sábado seguinte, no dia 10 de dezembro,  às 15h, na Primeira Igreja de Porto Alegre, teremos evento dentro da ótica de UMA IGREJA VIVA – de manter parceria com os jovens pensadores, aproveitando sua criatividade e talentos, com a presença de KIM DONADELLI, da Igreja de São Paulo, representante nacional do TMCYouth.com. Venha saber novidades sobre o movimento da Ciência Cristã e  compartilhar um lanche com estudantes dessa Ciência voltada à cura. Entre outros assunto, Kim falará do projeto do novo portal dos jovens chamado Time4Thinkers.com  Convide seus amigos e venha participar!!!!

Fonte: http://www.piccportoalegre.org/

Quem está no controle?

 

 

Quem está no controle? pergunta agora às alimárias, e cada uma delas te ensinará; e às aves dos céus, e elas te farão saber; Ou fala com a terra, e ela te ensinará; até os peixes do mar te contarão. Quem não entende, por todas estas coisas, que a mão do SENHOR fez isto? Jó 12:7-9 Como sabemos que Deus criou tudo? Que somente Deus controla nossa vida? Que exemplos você pode compartilhar que prove isso? Aprenda mais sobre a Lição Bíblica Arte de Bret Reidel Texto de Amy Richmond

Tradução: Leila Kommers

Fonte: http://tmcyouth.com/blogs/whos-in-control/

Relato de Cura de dependência Química

                                                                                                                                                                                   por Anibal – Uruguai

Tudo começou como uma diversão, com o pensamento errado de que o álcool e as drogas me poderiam brindar um melhor momento, uma gargalhada mais alegre, um momento inesquecível com meus amigos.

Recordo o primeiro dia que fumei maconha. Os risos fluíam de todos os lados, mas também o descontrole e a perda de domínio de todo meu corpo. Caminhamos pela rua daquele balneário como Zombies, sem direção, as pernas descontroladas e um riso louco.

Tudo parecia ser um bom momento, mas no outro dia pude sentir o verdadeiro efeito das drogas. Cansaço, relutância, apatia, e uma ressaca insuportável. O único modo de sanar esse dia era seguir consumindo. Foi o que eu fiz, segui consumindo.

Às vezes parava para poder seguir estudando, mas sempre com vontade e o desejo de que chegasse o fim de semana para poder me juntar e fumar ou a beber álcool. Mas depois de um tempo essas drogas já não me divertiam, e comecei a provar outras. Chegue a gastar muito dinheiro em cocaína e a roubar dinheiro de minha família.

Passaram os anos, pude livrar-me do consumo de cocaína, mas era um hábito fumar erva. Era o escape para meu pobre progresso, tanto trabalhista, familiar como espiritual. Estava afundado na depressão, o desemprego, e uma má relação com minha família e com meu próprio corpo.
Minha mãe estuda a Ciência Cristã há vários anos, e comecei a me interessar. Comecei a estudá-la procurando uma solução para os meus problemas.

Quanto compreendi os conceitos  houve uma mudança em meu ser, não pude de princípio me liberar  dos vícios. Foi uma árdua luta, com muitos altos e baixos. Não estava firme em nenhum lado, estava a trilhar dois caminhos. Foram momentos de muitas dúvidas e escuridão.

Fiquei firme nos estudos da Ciência Cristã, e pude fazer o curso Primário da Ciência Cristã. Durante o curso pude compreender melhor a Deus e minha relação com Ele.

Tive uma grande mudança depois  deste curso que me levou a tomar a decisão de abandonar por completo as drogas. Não foi em seguida, demorou alguns meses, nos quais havia começado uma quimicalização mental.

Até que um dia, comecei a pensar em minha infância. Recordei o menino alegre, puro e inocente que era. Esse que eu nunca havia deixado do ser, e o seria para sempre.

Disse basta.   Comecei  a desfrutar a vida sem drogas, gozando dos esportes, a natureza, a família e de minhas atividades.
Inclusive consegui um emprego numa escola, para ensinar teatro a meninos. Rodeado dessas belas ideias espirituais, que tanto amor e inocência me trazem.
Agradeço a Deus por esta nova compreensão, de que somos os filhos amados, puros, erguidos e livres no infinito sustentador.
Já faz um ano que estou livre de drogas e jamais me senti  mais alegre e feliz em minha vida. O melhor prazer é o Amor. Eleva-te até o céu, e jamais, jamais te deixa cair.

Um abraço do Uruguay, para todos!

Anibal

O Anibal colocou-se a disposição para ajudar os jovens que estão passando por essa situação.

Quem quiser entrar em contato com ele para conversar e receber apoio e ajuda é só enviar um email para escoladominicalcs@gmail.com que encaminharemos o contato dele.

Texto traduzido e adaptado por Andressa Guterres

Revisão Kim F. Donadelli

A Alma e o corpo

Trazei meus filhos de longe e minhas filhas das extremidades da terra. A todos os que são chamados pelo meu nome e os que criei para a minha glória, os formei, e também os fiz.

Isaías 43:6 trazei, 7

O que significa ser chamado pelo nome de Deus e como você expressa Sua glória no seu dia a dia?

Arte Bret Reidel
Texto Christian Coker

 

http://tmcyouth.com/blogs/soul-and-body/

Tradução:Leila Kommers

Descobri o tesouro do verdadeiro Amor por Zach Buttolph

“Deus tem um plano perfeito para cada um de Seus filhos. Contudo, o tesouro do amor é, ás  vezes, como um tesouro enterrado sobre a areia. A areia (ideias distorcidos e equivocados a respeito de como o verdadeiro amor deve ser e qual a sensação que deve causar) talvez encubra nossa visão e tente nos impedir de encontrar essa pessoa a quem Deus planejou que nos abençoasse”.

Um relato de como é possivel encontrar um amor verdadeiro!!

Ler o Artigo

 

 

Fonte: http://www.arautocienciacrista.com

O Caminho da Vida

Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há fartura de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente. Salmos 16:11 Para muitas pessoas, a vida pode parecer cheia de dificuldade e dor, mas este verso bíblico diz que o caminho da vida é cheio de alegrias e satisfações. Podemos esperar que os alunos da Escola Dominical aceitem este fato quando, no mínimo, eles veem as notícias cheias de sofrimento? Esta é uma possibilidade presente ou devemos esperar por ela após a morte? Arte de Al Belote

Fonte: http://tmcyouth.com/blogs/the-path-of-life/

Tradução:Leila Kommers

Preparando o solo de nossas vidas

Curt Wahlberg | do The Christian Science Monitor | 02/09/2011

Este ano, minha mulher e eu começamos um jardim. Colhemos ótimas alfaces na primavera, assim como pepinos no verão – mas as cenouras nos desapontaram. Acho que o problema era o solo. Penso que isso mostrou como o solo era duro para as cenouras penetrarem e crescerem. Perguntei-me: “eu havia preparado bem o solo?”

Quando pensei nisso, ocorreu-me que o jardim trazia uma lição sobre as aspirações que eu mantinha para mim mesmo e para minha comunidade. Suspeito que todos compartilhamos algumas delas. Por exemplo, da mesma forma que eu queria o cultivo do jardim neste verão, eu gostaria de estabilidade financeira para minha família e para meu país. Gostaria que meus filhos fossem bem sucedidos em suas vidas. E espero ter uma carreira de constante progresso.

E, da mesma forma que eu precisava preparar o solo para os vegetais, não é importante que todos nós prepararemos o solo de nossas vidas para o crescimento que queremos ver?

Para ser honesto, eu estava apenas interessado em colher algumas cenouras. Eu não estava interessado em preparar o solo. No próximo ano, acho que não serei tão rápido em colocar as sementes no solo, não até que tenha realizado o trabalho preparatório necessário. Desta forma, fico me questionando se estou sendo paciente, atento e diligente o bastante nas preparações em minha vida que trarão os frutos do sucesso.

Jesus usou esta parábola para falar da relação entre o solo de nossas vidas e o fruto:”Um semeador saiu a semear a sua semente, e, quando semeava, caiu alguma junto do caminho e foi pisada, e as aves do céu a comeram. E outra caiu sobre pedra e, nascida, secou-se, pois que não tinha umidade. E outra caiu entre espinhos, e, crescendo com ela os espinhos, a sufocaram. E outra caiu em boa terra e, nascida, produziu fruto, cento por um. (Lucas 8:5-8).

A parábola sugere para mim que devemos considerar bastante esta questão do solo. Com relação a nossas vidas, Jesus indicou que isso tem a ver com coisas como ser “puro de coração” e “misericordioso” e “pacificador”. Cultivar estas qualidades traz os frutos e as bençãos que nossas vidas precisam. ”Abençoados” seremos, ele disse.

Em um artigo para a Cosmopolitan Magazine em 1907, a Mary Baker Eddy direcionou o artigo desta maneira: “Caro leitor, o pensamento correto, o sentimento correto e a ação correta – honestidade, pureza, altruísmo – na juventude, levam ao sucesso, intelectualidade e felicidade na idade adulta. Começar com retidão, nos possibilita a terminar com retidão e, desta forma, aquele que alcança a Ciência da Vida, demonstra saúde, santidade e imortalidade” (The First Church, Scientist, and Miscellany, p.274).

Então, e se, ao invés de pensarmos tanto sobre como terminar com retidão, promovendo sucesso e realização, pensarmos mais sobre como começarmos com retidão – em sermos puros de coração, misericordiosos, honestos e assim por diante?

Descobri que há algumas razões que poderiam me fazer hesitar em realizar esta mudança. Primeiro, há o problema de confiança de que um caminho espiritual de direcionar as coisas seja eficaz. “Mas, por favor!” digo a mim mesmo. “Você não percebeu como os atalhos não levam a um sucesso duradouro?” Percebi que nos empregos que já tive, o progresso sempre veio depois de começar com retidão, abordando as tarefas com ponderação e honestidade. Ganhei clareza sobre como ouvindo a Deus e expressando as qualidades divinas determinaram o degrau para futuras benção.

O segundo problema com o qual luto é que, preparar o solo de nossas vidas, como em um jardim, não é sempre o trabalho mais prazeroso. Você vai desenterrando a sujeira e colocando as coisas em ordem. Vai identificando e removendo o erro da impaciência, obstinação ou egoísmo no pensamento. Certamente, parece mais divertido receber o prêmio do que fazer por merecê-lo. Porém, descobri que através do esforço, há uma paz que faz toda a preparação valer a pena. Talvez, seja simplesmente o conhecimento de ter feito o que é certo. Então, quando os frutos chegam, eles são como o glacê da torta.

Saúde, estabilidade e produtividade são as as coisas certas para termos em nossa casa e em nosso mundo. E, nosso divino Criador determinou nossas vidas de modo que possamos realizar todas essas coisas.  Ao invés de ficarmos ansiosos sobre como as encontraremos, podemos verdadeiramente concentramo-nos na preparação do solo de nossas vidas. E, não devemos ficar surpresos se terminarmos com colheitas muito abundantes!

http://christianscience.com/articles-monitor/2011/09/02/preparing-the-soil-of-our-lives/

Tradução:Leila Kommers
Tradutora ing-port(BR) e Revisora port(BR)

Lição Bíblica Semanal – A Realidade –

Uma jornada à ‘cidade santa’

Nancy Fischer

Desde o Texto Áureo até as referências do livro do Apocalipse encontradas em cada seção da Lição Bíblica de 19 a 25 de setembro de 2011, intitulada “A realidade”, o despertar progressivo para a realidade espiritual é descrito por meio de símbolos vívidos e úteis. Essa Lição também oferece exemplos concretos da aplicação sanadora desses símbolos.

O Texto Áureo e a Leitura Alternada abrangem a maior parte do Salmo 48, um dos “salmos peregrinos” cantados por aqueles que subiam a Jerusalém para os grandes festivais religiosos judaicos. Ao longo de toda a Bíblia, Jerusalém, a “cidade de Deus”, é um símbolo da presença e do poder salvador dEle. Enquanto as pessoas viajavam em grande número rumo a essa cidade, que ficava sobre uma colina, elas iam cantando sobre a beleza, a alegria, a força, o refúgio, a misericórdia, a integridade, a justiça e a proteção que Deus supre a todos, eternamente. Portanto, onde quer que vejamos essas qualidades expressadas, vislumbramos aquilo que é verdadeiramente real.

A partir desse poderoso senso da presença de Deus evocada por uma cidade histórica real, a Lição continua a apresentar uma série de quadros mentais e suas lições igualmente poderosas, ou seja, visões simbólicas que vieram a João, conforme descritas no livro do Apocalipse.

Na Seção I, João é informado que a ele será mostrado, simbolicamente, o que irá acontecer, o caminho que o pensamento tomará, à medida que a realidade vai sendo revelada. A visão na revelação do capítulo 4 (citação 3) inclui uma porta aberta, anciãos vestidos de branco representando a pureza e o domínio, tochas de fogo que oferecem iluminação, sons que despertam e esclarecem, todos esses componentes trabalhando juntos para louvar a Deus. Ciência e Saúde explica: “Toda realidade está em Deus e Sua criação, harmoniosa e eterna” (p. 472, citação 1). Consequentemente, essas são qualidades que nos ajudam a compreender aquilo que constitui a realidade.

A seguir, o autor do Apocalipse vê uma multidão de todas as nações, vestida de branco (pureza), de pé, diante do Cordeiro de Deus, um símbolo que representa o amor, a inocência e o sacrifício do Cristo salvador (ver Apocalipse, capítulo 7, citação 4). João é informado que essa multidão representa todos os que sofreram tribulações e emergiram vitoriosos e puros por meio da atividade sanadora desse Cristo. Em seguida, nos é oferecido um belo relato sobre o Cristo em ação: Jesus confirma a verdadeira identidade de um homem que nasceu cego e restaura a visão desse homem (ver João 9:1-7, citação 6). Ciência e Saúde explica o enfoque de Jesus nos verdadeiros sentidos do homem: “Sua realidade e imortalidade estão no Espírito e na compreensão, não na matéria — daí sua permanência” (p. 486, citação 8).

Na sequência, as visões na Seção III revelam as maravilhosas trombetas de chifre de carneiro (ver Apocalipse, capítulo 8, citação 8), que, ao longo de toda a história judaica, simbolizavam a presença de Deus. Essas trombetas conclamavam o povo para a batalha e para a adoração, anunciando vitória e liberdade. Em Josué 6:1-20 (ver citação 11), vemos as muralhas, que bloqueavam a entrada para Jericó e, além dela, para a Terra Prometida, ruírem diante dos gritos enérgicos da confiança espiritual. Nada tem realidade ou poder para resistir ao progresso do bem.

Um grande progresso está sendo revelado na Seção IV! De um anjo que brada em alta voz como quando ruge um leão, juntamente com a voz imponente de Deus vinda do céu, o Revelador recebe um livro aberto e a ordem para comê-lo (ver Apocalipse, capítulo 10, citação 13). Então, “no céu grandes vozes” anunciam uma transformação, e o que parecia como um mundo material, transforma-se no mundo real de Deus e Seu Cristo (ver Apocalipse, capítulo 11, citação 14). Ciência e Saúde explica que o livrinho contém “a revelação da Ciência divina” (p. 559, citação 17), e provê a certeza do Consolador de que “Todas as coisas continuarão a desaparecer, até que a perfeição apareça e a realidade seja alcançada” (p. 353, citação 18).

Na Seção V (ver Apocalipse, capítulo 15, citação 15), João vê sete anjos (os quais para mim simbolizam o Amor completo) de branco (pureza) e ouro (preciosidade eterna), soltando, de uma vez por todas, os sete flagelos, que representam “a soma total da miséria humana” (Ciência e Saúde, p. 574, citação 19). Na direção da Seção VI galopa a imagem vitoriosa de um cavalo branco montado pela fidelidade e verdade, a própria Palavra de Deus (ver Apocalipse, capítulo 19, citação 16). Essa Palavra, aceita como verdadeira, revela o que é real, trazendo cura instantânea a um homem muito doente (ver Mateus 8:5-16, citação 18).

A visão final que João compartilha, fecha para nós o círculo nessa Lição. Em Apocalipse 21 estamos de novo na cidade santa, mas agora contemplamos sua natureza espiritual verdadeira (ver citação 19). Essa “nova Jerusalém”, aberta a todos, possui a harmonia e a estabilidade das proporções perfeitas. Livre de tudo que possa profanar ou causar dano, ela é iluminada perpetuamente pela presença de Deus e Seu Cristo salvador. Podemos ter acesso a essa cidade santa? Naturalmente. Ela é verdadeiramente real, aqui e agora! Pois, comoCiência e Saúde confirma, a consciência espiritual da realidade é concedida por Deus (ver p. 573, citação 26).

Nancy mora em Allen, Texas, EUA. Em 24 de setembro ela ciceroneará sua 28ª viagem às terras bíblicas.

Fonte:http://www.arautocienciacrista.com/arauto/articles/bible-lesson-20110919.jhtml

Acenda a luz!

Por:Kyle Borch

Reimpresso da edição de 3 de outubro de 2011 do Christian Science Sentinel.

 

Mary Baker Eddy perguntou em Ciência e Saúde: “Somos realmente gratos pelo bem já recebido? Então nos aproveitaremos das bênçãos que temos e assim estaremos aptos a receber mais.” (p. 3. Recentemente, veio-me o pensamento de expressar gratidão pelas coisas maravilhosas que eu já possuo. Também sei que a gratidão é necessária e importante quando trabalhamos para outras curas e ela também fortalece nossa compreensão espiritual. Um dos meus hinos favoritos é o Hino nº 3 do Hinário da Ciência Cristã, que começa: “Um puro e grato coração é um jardim de amor” (Ethel Wasgatt Dennis). Em março de 2007, na primavera, em meu segundo ano no ensino médio, eu voltava para casa do meu treino de atletismo de bicicleta. Eu já havia feito aquela trilha muitas vezes, mas eu quando eu descia o morro, atingialgo e caí. Não lembro de como cheguei em casa, mas acordei em minha cama algumas horas mais tarde. Eu havia colocado curativos em meus arranhões e a área ao redor da minha clavícula e ombro estava dolorida. Meu pai encontrou-me ali e minha mãe chegou em casa em seguida. Não saberia responder que dia foi isso, eu estava meio confuso. Naquele momento, meus pais disseram que precisávamos ligar para um praticista da Ciência Cristã ou ir para o pronto socorro imediatamente. Pedi a minha mãe que ligasse para o praticista. Como fui criado na Ciência Cristã e havia participado da Escola Dominical da Ciência Cristã a vida toda, eu conhecia e me apoiava nas seguintes leis: 1) eu nunca poderia estar separado de Deus; 2) eu nunca poderia desprender-me do amor de Deus; e 3) a Mente divina estava e sempre esteve no controle. O praticista compartilhou as verdades espirituais absolutas com minha mãe de que era impossível que eu, como a ideia de Deus, estivesse machucado, e que a única causa de qualquer coisa em minha vida era Deus – o que impossibilitava acidentes ou ferimentos. Eu não estava corrigindo uma situação imperfeita, mas percebendo minha perfeição. No dia seguinte, falei diretamente com o praticista e ele compartilhou algo que permanece vivo em minha mente. Ele pediu que eu imaginasse que estava procurando por um livro em uma mesa em uma sala escura. Para encontrar o livro na sala escura, tudo o que eu tinha que fazer era ligar a luz. Ligar a luz não criaria o livro; apenas revelaria sua localização. Compreendi que isso significa que eu era e sou perfeito, porém, eu precisava ligar a luz – eliminar a escuridão do que a imagem material estava tentando afirmar – para revelar minha perfeição. Com este pensamento em mente, eu pude ir para a escola naquele dia. No dia seguinte, dois dias depois de ter caído, eu estava programado para correr 800 metros em um evento de atletismo na escola. Meu pai e eu havíamos conversado sobre se eu deveria correr ou não. Nós dois sabíamos como os ferimentos da clavícula eram tratados pela medicina, às vezes exigindo que as pessoas imobilizassem a área afetada por semanas. Isso não era o que eu queria e continuei rezando para “revelar minha perfeição”. O praticista comparou minha capacidade de correr com o exercício do domínio sobre os sentidos materiais. É claro que não havia nenhuma pressão para correr, caso não parecesse algo certo a ser feito – mas o praticista disse que a experiência seria uma oportunidade para separar o que aparentava ser um corpo material do que a ideia espiritual realmente é. Continuei a manter a ideia de que eu não estava corrigindo uma situação imperfeita, mas percebendo minha perfeição. Esta experiência foi uma ótima oportunidade para provar que nada está fora do lugar. Eu corri na competição daquela tarde. Naqueles dois minutos da corrida, eu esqueci completamente do meu ombro. Durante toda minha carreira de corredor na escola, sempre me lembrava de uma passagem específica da Bíblia: “Mas os que esperam no SENHOR renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão.” (Isaías 40:31). Naquela tarde, eu sentia fortemente que eu estava correndo nas “asas das águias”. Eu terminei fazendo meu melhor tempo pessoal! Ainda precisava de apoio, entretanto, para conseguir usar completamente meu braço. Meu pai e eu gostávamos de nadar cedo da manhã uma vez por semana, antes da escola. Mas eu não tinha o movimento total do meu braço ainda. O praticista lembrou minha mãe de que esta experiência era uma ótima oportunidade de provar que nada está fora do lugar e que nós todos estávamos corrigindo uma mentira tentando ligá-la à uma ideia prática, eu. Ele acrescentou que nenhuma mentira pode permanecer na presença do Cristo. Continuei a manter um pensamento forte na minha perfeição. Algumas semanas depois, eu tinha o movimento completo do meu braço. Olhando para trás, não lembro exatamente quanto tempo durou esta condição ou se houve algum momento em que eu soubera que estava curado. Mas pensando sobre isso agora, eu sentia como que a mentira tivesse perdido seu poder em meu pensamento. Quando ela perdeu poder, a condição e seus efeitos em meu corpo desapareceram por completo. O praticista havia dito que eu não tinha que passar por um processo e ter uma cura “eventual” e que o tempo não influenciava na cura. Ele estava certo! Eu compreendi que poderia reivindicar minha liberdade naquele momento. Liberdade Ciência e Saúde Bíblia: 3:22-24 Isaías 40:31

Fonte: http://www.spirituality.com/article.jhtml?ElementId=/repositories/shcomarticle/Sep2011/1315505536.xml&ElementName=Just%20turn%20on%20the%20light!

Tradução:


Leila Kommers
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