BÔNUS Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros Tema: Cristo Jesus

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26 de agosto a 1º de setembro de 2013

 [SIGA A JESUS COMO SEU EXEMPLO! VIVA A SUA OUSADIA, GRAÇA, AMOR…]

Expressar mais do Cristo, eu penso que é como chegar à beira da piscina ou de um lago. Há crianças que põem o dedinho do pé para sentir se a água está fria. Outras pulam dentro, direto, e assim descobrem a temperatura da água. E se estiver agradável já estão dentro se divertindo. Enquanto as que metem só o dedinho do pé ficam dando voltas antes de entrar. Pensar menos e fazer mais pode ser um bom método. Quando tivermos uma oportunidade de ser gentil, expressar paciência, de perdoar, ou de ajudar alguém é melhor usar o método de “pular dentro da piscina” em vez de ficar dando voltas “molhando só o dedinho do pé”. Pule e mergulhe fundo no Cristo!

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2013 ago 26 a set 1 tema Cristo Jesus-Bonus

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Exclua os anúncios pop-ups mentais

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ImagemUma amiga compartilhou comigo, outro dia, uma analogia bem instrutiva que quero passar adiante.

 

Ela comparou as sugestões agressivas da mente mortal que surgem em nossa mente de vez em quando aos anúncios pop-up que geralmente encontramos quando navegamos pela Internet.

 

Você conhece essas sugestões pop-ups detestáveis? 

 

São sugestões do mal que querem passar a rasteira em nosso progresso e não nos deixar prosperar. São implicações silenciosas inaudíveis tipo…

 

  Você vai ficar fracassar

  Você não consegue

  Você vai ficar doente

  Seus esforços são inúteis

  A vida é deprimente

  Você está carente

  Você não é digno

 

… e assim por diante.

 

A mente carnal fica por aí no mundo à espreita, procurando por uma sementeira mental na qual plantar sugestões do mal. E suas “sementes” de negatividade geralmente saltam na consciência sem alerta, como ervas-daninhas brotando aleatoriamente em um jardim. Se acreditarmos nelas, elas tomam conta e nos tentam a nos sentirmos sem outra escolha a não ser sofrer.

 

Mas nós temos uma escolha!

 

Você pode excluir essas sugestões antes de enraizarem e ancorarem no pensamento.

 

Como excluir um anúncio pop-up!

 

Quando você está navegando na Internet, procurando por uma informação de como tirar uma mancha do balcão da cozinha e um anúncio para remodelar sua cozinha salta na tela, o que você faz? Você clica no X e exclui o anúncio. Você tira-o do seu caminho, da sua vista e remove-o de sua experiência. Por quê? Porque você não quer remodelar sua cozinha. Você apenas quer limpar uma mancha.

 

Bem, você pode fazer o mesmo com a mente carnal. Fique mentalmente de guarda para o bem e o puro, e, sempre que um anúncio do mal saltar em seu pensamento exclua-o de imediato! Nem mesmo o leia. Clique no X e faça-o sumir. E ele sumirá.

 

Você não precisa entreter as sugestões do mal. Não precisa ouvi-las, dar-lhes audiência, sujeitar-se às suas exigências nem ceder às suas provocações. Expulse-as de seu auditório mental!

 

Durante as três tentações que o diabo enviou a Jesus, Jesus acabou com a campanha do diabo dizendo “Retira-te, Satanás… Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto” (Mateus 4:10). E Satanás foi embora. Sem mais anúncios pop-up do mal para tomar o tempo de Jesus.

 

“Retira-te Satanás” foi a maneira de Jesus de clicar no botão mental EXCLUIR. 

 

Você tem um desses botões também. 

 

Use-o!

 

EVAN MEHLENBACHER é Praticista, Conferencista e Professor da Ciência Cristã nos EUA. Esse artigo foi originalmente publicado 17/06/2013 no blog http://www.spiritview.net/ e pode ser lido, no seu original em inglês, em http://gethealed.blogspot.com.br/2013/06/delete-mental-pop-up-ads.html.

Traduzido por Leila Kommers, tradutora profissional, membro de A Igreja Mãe e da igreja filial de Porto Alegre, Brasil.

Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros

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CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA (LB)
Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros
Tema: “É o universo, inclusive o homem, evoluído pela força atômica?”

De 17 a 23 de junho de 2013
Veja o universo da Mente, que se desdobra!

O Texto Áureo, (Provérbios 3:19): “O Senhor com sabedoria fundou a terra, com inteligência estabeleceu os céus”, definitivamente estabelece o curso para a Lição Bíblica dessa semana.
Descobriremos como a Mente, i.e. “sabedoria” e “compreensão”, desdobrou esse universo incrível. Quando li pela 1ª. vez a LB desta semana, pensei nas pessoas que, ao longo dos anos, me perguntaram: “Mas e tudo isso que eu vejo bem diante dos meus olhos? Você está dizendo que nada disso existe?” [É assim que Mary Baker Eddy responde, em parte, a essa questão: “Tomar toda a beleza da terra num trago de vacuidade e rotular a beleza como sendo nada é caricaturar ignorantemente a criação de Deus, o que é injusto com o sentido humano e a realidade divina. No nosso sentido imaturo das coisas espirituais, digamos as belezas do universo que percebemos com os sentidos: ‘Eu amo a sua promessa; e conhecerei, algum dia, a realidade espiritual e a substância da forma, da luz e da cor das quais agora, por seu intermédio, posso discernir vagamente; e sabendo isso, devo estar satisfeito. A matéria é um frágil conceito da mente mortal; e a mente mortal é o mais pobre representante da beleza, da magnitude e da glória da Mente imortal” (tradução livre). Veja a resposta completa em Miscellaneous Writings 86:9 – 87:14.]
[Essa passagem, juntamente com] a Lição dessa semana mostrará que não é necessariamente a negação da existência da matéria, mas em vez disso uma compreensão mais profunda de sua realidade. Como escreve M. B. Eddy: “Ação atômica é  Mente, não matéria”.
Um filósofo irlandês, George Berkeley, perguntou, nos anos 1700: “Que é a mente? Não é matéria. Que é a matéria? Nunca é a mente” (George Berkeley, 1685-1753).
Berkeley argumentou, no seu tempo, contra os conceitos de tempo, espaço e movimento absolutos de Newton. O que pode ser considerado como seu primeiro feito foi desenvolver uma teoria chamada “imaterialismo”, que mais tarde ficou conhecida como “idealismo subjetivo”. Essa teoria nega a existência de substância material e oferece o conceito de que os objetos, como mesa e cadeira, são ideias na mente de quem as percebe e existem apenas por meio da percepção que se tem desses objetos. As ideias de Berkeley são consideradas precursoras das visões de Einstein.
Há séculos existem pensadores que buscam a compreensão daquilo que é apresentado aos nossos sentidos e isso inclui também ideias poderosas da Bíblia, como descobriremos no estudo dessa LB.
Espero que a sua aventura com essa lição maravilhosa torne claro que não são a beleza e a maravilha infinitas do universo que nós negamos, mas apenas que elas estão no controle da Mente, e não se baseiam nem são resultantes da matéria, ou da “força atômica” da matéria. Nossa jornada com a Lição Bíblica dessa semana nos ensinará como “Deus cria e governa o universo, inclusive o homem” (CeS 1, p. 295). Aproveite!
A Leitura Alternada do livro de Jó (38:1,4,6,7,24-27,31-33; 42;1,5) introduz a ideia de que devemos manter “o Senhor” como o centro da criação. Pergunta-se a Jó: “Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra?”… “quando as estrelas da alva, juntas, alegremente cantavam, e rejubilavam todos os filhos de Deus?” Por um longo tempo, eu respondia a essa pergunta com: “Bem, todos os filhos de Deus cantaram e rejubilaram, e eu sou filho de Deus, então eu devo ter estado exatamente lá”. Todos nós devemos ter estado exatamente lá! E na LA vemos em Jó o que podemos chamar de “momento A-ha” [ou, como Chris Irby Williamms chama, um OFO ou Ofuscante Flash do Óbvio”], quando ele declara: “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem.”
Bem, talvez todos nós possamos esperar que, por meio dessa Lição, também comecemos a ver a criação como ela realmente é, ou como no cumprimento – “Eu te vejo!” do filme de James Cameron: Avatar!” Não será maravilhoso quando pudermos ver uns aos outros e o universo como realmente somos? Aprenderemos a apreciar, a amar e a compreender não apenas uns aos outros, mas ao nosso Criador e Sua criação inclusive  o universo.
Nosso cumprimento ao universo incrível e que se nos desdobra, como Deus o cria: “Eu te vejo”.

Seção 1: Veja um universo evoluído pela Mente
Eu acho extremamente útil lembrar que Eddy não inventou a Ciência Cristã, mas que ela descobriu seus princípios e depois passou o tempo restante de sua vida explicando seus conceitos. Como um cientista que pesquisa e explora um novo conceito, Eddy fez o mesmo com a sua descoberta. Nós sabemos, pelas biografias, que ela lia bastante e estava muito interessada no que se desenvolvia pelas ciências naturais no seu tempo, e nos conceitos históricos, mas ela se manteve antes e acima de tudo uma estudante da Bíblia. Então, seria surpreendente descobrir que sua firme compreensão de que o Espírito, a Mente, desenvolveu nosso universo tem apoio sólido nas Escrituras?
A seção 1 nos mostra que na verdade Deus, a Mente, cria e governa o universo.
A citação B3, Hebreus 11, declara: “Pela fé entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem.”
A tradução de J.B. Phillips coloca dessa forma: “E é, no final das contas, apenas pela fé que nossas mentes aceitam como fato que todo o esquema de tempo e espaço foi criado pelo comando de Deus – que o mundo que podemos ver passou a existir por meio de princípios que são invisíveis”.
Vamos aprofundar nossa visão do universo através da compreensão espiritual, para podermos dizer verdadeiramente: “Eu te vejo”.

Seção 2: Aquilo que você pensa conta!
Essa seção nos dá um objetivo: descobrir a natureza imutável do universo ao mudarmos do pensar mortal para um pensar mais espiritual.
Nós lemos na citação (B4): “…eu, o Senhor, não mudo”. E na (B5): “Como se escureceu o ouro! Como se mudou o ouro refinado!” Na citação (B7): “…os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas.”
Ciência e Saúde declara na citação (CeS 6): “A mente mortal vê o que crê, tão certamente como crê no que vê. Sente, ouve e vê seus próprios pensamentos”. Na citação (CeS 8): “O universo físico exprime os pensamentos conscientes e inconscientes dos mortais”. E na citação (CeS 11): “A crença é mutável, mas a compreensão espiritual é imutável”.
Como se pode aplicar isso praticamente, na nossa vida diária? Aquilo que estamos vendo ou sentindo está afetando a nossa experiência?  Você já ouviu que os animais podem perceber o nosso medo? Mas não seria igualmente lógico que os animais, ou mesmo o universo inteiro, podem perceber o nosso Amor?
Alguns anos atrás eu recebi um telefonema de um dos meus amigos de surfe, Kenny. Ele estava no trabalho e não podia voltar para casa. Ele tinha recebido um telefonema avisando que seu cachorro, o Bear (urso, em inglês) tinha pulado o muro e os vizinhos, com medo dele, chamaram a polícia. O policial não conseguia chegar perto do cachorro e não sabia o que fazer (ele também estava com medo). Kenny me ligou e perguntou se eu poderia ajudar por meio de oração e dar uma chegada em sua casa. Eu comecei a orar imediatamente. Quando eu cheguei lá, a cena era bastante tensa. O policial estava preocupado, porque achava que teria de usar sua arma. Primeiro, assegurei ao policial que tudo estava bem, e que não havia nada para se preocupar. Segundo, cuidei do meu próprio pensamento. Eu estava afirmando que “Bear”, um Rottweiler enorme, era uma ideia da criação de Deus assim como eu, e era, na verdade, uma ideia do Amor. A princípio, eu pensei nas minhas orações que Bear simplesmente me deixaria chegar perto dele, fazer um carinho e, em seguida eu o levaria de volta para o canil. Mas isso não funcionou. Ele achava que tinha um trabalho a fazer (os Rottweilers tem, para algumas pessoas, a má reputação de serem perigosos, mas aqui na Alemanha eles são uma raça bastante antiga e amada). Então me veio a ideia de que eu não precisava ser amigo dele, só precisava deixar que ele voltasse para onde queria estar. Ele me deixou abrir o portão e eu simplesmente o chamei para dentro. Ele respondeu na hora, e toda aquela cara feia e rosnado ameaçador acabaram. Ele agora podia fazer o seu trabalho, cuidar da casa, e todo mundo ficou feliz.
Se temos uma ocasião em que precisamos interagir com o nosso universo, podemos ter a expectativa de que ela será harmoniosa, e não perigosa.

Seção 3: O universo de Deus nunca está descarrilado
Há um caminho que leva à luz, à compreensão e à verdade. É o reconhecimento de que o Espírito, Deus, está no controle. E é importante ficarmos nesse caminho correto se queremos entender o universo.
O Senhor falou com o profeta Jeremias: “Que defeito os seus antepassados acharam em mim para me abandonar? Adoraram ídolos inúteis e eles mesmos se tornaram inúteis…. O meu povo cometeu dois pecados: Eles abandonaram a mim, a fonte de água fresca, e cavaram cisternas, cisternas rachadas que deixam vazar a água da chuva.” (B10, Nova Tradução na Linguagem de Hoje – NTLH)
Na citação B12 lemos (1 Timóteo 6:20): “…guarda o que te foi confiado, evitando os falatórios inúteis e profanos e as contradições do saber, como falsamente lhe chamam”.
Essa seção faz um bom trabalho ao nos alertar para não sermos distraídos, desviados e nem descarrilar da rota indo atrás de teorias materiais sobre o universo.
As citações de Ciência e Saúde nos dão uma visão geral de algumas das teorias materiais que tentam explicar a evolução do universo. Mas Eddy repete o pensamento bíblico a respeito de como podemos entender melhor a nossa origem e a origem da Criação ao olharmos para Deus.
Na citação CeS 15, lemos: “Investigar a origem do homem, que é o reflexo de Deus, é o mesmo que sondar a origem de Deus, dAquele que existe por Si mesmo e é eterno…A criação assenta sobre uma base espiritual. (CeS 15, 555:16)

Seção 4: Ver a origem espiritual do homem traz  cura.
Essa seção examina e lida com a crença em hereditariedade e problemas congênitos. E relata uma bela cura feita por Jesus que mostra as crenças mortais sobre o DNA=“Definitivamente Não se Aplica”.
Na citação B15, João 9, lemos sobre “um homem cego de nascença” curado por Jesus. Os discípulos haviam perguntado ao Mestre quem havia errado, o homem “ou seus pais, para que nascesse cego?” A resposta de Jesus foi firme. “Nem ele pecou, nem seus pais; mas foi para que se manifestem nele as obras de Deus.” Jesus curou o homem e ele passou a ver. “Eu vejo você.” Você se vê como Deus o criou. Vejo você em sua totalidade. Vejo você em sua perfeição.
O “MyBibleLesson.com” de A Igreja Mãe, inclui essa nota interessante: “Os antigos israelitas acreditavam que os filhos “herdavam” e poderiam ser responsabilizados pelos pecados de seus pais, mas o profeta Ezequiel disse que cada pessoa era responsável pelos seus próprios pecados. Séculos mais tarde, os discípulos não devem ter entendido a mensagem ou não teriam questionado Jesus sobre “quem pecou?.” (http://christianscience.com/bible-lessons/mybiblelesson)
As citações de CeS 16 a CeS 21 nos equipam com ferramentas para enfrentar as assim denominadas doenças hereditárias.
Ultimamente, a mídia tem falado bastante sobre doenças que parecem estar esperando em algum lugar prontos para nos pegar. “Cuidado, tem um monstro escondido, esperando para devorar você.” Parece um tipo de medo infantil. Mas a assim chamada base para esse medos são os códigos genéticos que os pesquisadores dizem ditarem a suscetibilidade às doenças hereditárias. E, para mim, isso soa tão verdadeiro quanto o velho provérbio da Bíblia: “Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos é que se embotaram” (B14, Ezequiel 18:2,3).
Na edição de 1899 do Christian Science Journal, há um belo testemunho de cura relatado por Grace H. Wilmot. Ela estava sofrendo de tuberculose e era um dos últimos membros de sua família, todos os outros haviam morrido dessa crença. Seu belo testemunho pode ser encontrado no JSH Online, ou nos volumes encadernados do Christian Science Journal, Volume 17, Número 6, Setembro, 1899.http://journal.christianscience.com/issues/1899/9/17-6/hereditary-disease-healed
Ela havia se mudado para o Estado do Colorado, EUA, na esperança de que o clima a ajudasse. Sua maior esperança era ser curada, pois ela tinha uma filha de sete anos a quem não queria deixar. Ela estudava a Bíblia diligentemente mas teve pouco progresso. Então, num mesmo dia, ela recebeu duas cartas. Uma de seu marido dizendo que havia solicitado um tratamento/oração pela Ciência Cristã para ela. E a segunda carta era de uma pessoa desconhecida de Chicago, EUA, que fora curada da mesma doença seis anos antes. A pessoa escrevera, contando a sua cura, para enviar seu encorajamento. Ela colocou as cartas na sua Bíblia. Um pouco depois, pegou as cartas, leu-as e voltou-se à Bíblia novamente. Dessa vez, ela foi guiada a ler a passagem do profeta Ezequiel 18:1-3, 32. Ela foi curada completamente.

Seção 5: “Vendo a criação de Deus em desdobramento?“
“A Ciência Cristã apresenta desdobramento, não acréscimo; não manifesta evolução material da molécula à mente, e sim um transmitir-se da Mente divina ao homem e ao universo (CeS 24, p.68).” Essa seção inclui o relato de Jesus alimentando os cinco mil homens e mais um grande número de mulheres e crianças (B18, Mateus 14:14-21).
Uma Nota de esclarecimento bíblico do “My Bible Lesson” diz que “esse é o único feito de Jesus, além da ressurreição, que é mencionado nos quatro evangelhos – Mateus 14, Marcos 6, Lucas 9 e João 6. Isso pode indicar a importância desse evento para os primeiros cristãos”.
As citações de CeS 22, 23, 24 e 25, nos dão a base científica para essa demonstração maravilhosa da provisão de Deus. Mas essas citações também retiram essa demonstração das mãos do milagre ou do enigma e a colocam nas mãos do fato espiritual, do “ver” o que Deus está fazendo por Sua criação.  Há outras demonstrações do fato divino do suprimento sempre-presente de Deus na Bíblia, referente a alimento e água.
ALIMENTO:
Êxodo    16:12-15 – [Deus, milagrosamente, forneceu codornizes e maná no deserto]
Números 11:18-20 – [Deus enviou um suprimento “para um mês inteiro” de codornizes] (Ver vs.31,32)
Salmos   78:23-29 – Ele abriu as portas dos céus e fez chover maná, trigo do céu, alimento dos anjos, carne para se fartar. (Ver também Salmos 105:40)
Salmos 132:15 – “Abençoarei abundantemente o seu mantimento; fartarei de pão os seus necessitados.”
1 Reis 17:4 – “E ordenei aos corvos que ali mesmo te sustentem.”
1 Reis 17:16 – “Da panela a farinha não se acabou, e da botija o azeite não faltou” [durante os 3 anos e meio de fome].
1 Reis 19:5-8 – “Eis que um anjo o tocou disse (a Elias): ‘Levanta-te e come’… um pão cozido sobre pedras em brasa e uma botija de água”
2 Reis 4:42,43 – [Eliseu alimentou 100 homens, multiplicando 20 pães de cevada e “espigas verdes na sua palha”]
Marcos 6:34-44 – [Jesus alimentou a multidão, multiplicando 5 pães e 2 peixes] 5.000 homens, além de mulheres e crianças, Mateus 14:21]
Marcos 8:1-9 – [Jesus alimentou 4.000, multiplicando 7 pães]
ÁGUA:
Gênesis 21:14-19 – [Hagar morrendo de sede, Deus mostrou a ela um poço com água]
Êxodo 17:1-6 – [Em Horebe, o Senhor tirou água de uma pedra]
Números 20:2,7-11 – [Em Meribá, Deus novamente tirou água de uma pedra]
Juízes 15:15-19 – [“O Senhor fendeu a caverna… e saiu dela água e bebeu”]
2 Reis 3:9,17,20 – [Deus miraculosamente deu água para um exército] (Ver também Salmos 78:15,16; 105:41; Isaías 41:17,18.)
PURIFICANDO água e alimento:
Êxodo 15:23-25 – [Águas amargas de Mara tornam-se doces]
2 Reis 2:19-22 – [O povo falou: “as águas são más, e a terra é estéril.” O profeta Eliseu disse: “Assim diz o Senhor; Sararei a estas águas (de Jericó); não haverá mais nelas morte nem esterilidade.”]
2 Reis 4:38-41 [Colocíntidas venenosas na panela tornaram-se inofensivas] (Ver também Marcos 16:18 “…se beberem algum coisa mortífera, não lhes fará dano algum;”)
http://www.deeptruths.com/bible-basics/supply.html
Ao ler essas passagens podemos ver que Deus é um Criador inteligente. Está na hora de “vermos” o que Deus já fez, e está fazendo, por Sua criação? Como diz Eddy em Ciência e Saúde: “Existe, hoje em dia, o perigo de se repetir a ofensa dos judeus, limitando o Santo de Israel e perguntando: ‘Pode, acaso, Deus preparar-nos mesa no deserto?’ Que é que Deus não pode fazer?” (CeS 135:16)

Seção 6: “Vendo apenas Tua criação”..
Aprendemos bastante na LB dessa semana e em nossa conclusão, podemos nos unir com o profeta Isaías em ser um visionário espiritual, (Ver CeS, p.593 – “PROFETA. Um vidente espiritual; desaparecimento do sentido material ante a consciência dos fatos da Verdade espiritual.”)
A citação B20, Isaías 65,diz: “Pois eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, jamais haverá memória delas. Mas vós folgareis e exultareis perpetuamente no que eu crio; porque eis que crio para Jerusalém alegria e para o seu povo, regozijo.”
Quando eu era Assistente do Comitê de Publicação da minha universidade, Michael Rissler era o Comitê para o Estado da Flórida, EUA. Ele partilhou uma ideia interessante. Ele estava falando sobre o profeta Isaías e suas visões do reino de Deus e do Cristo de Deus. Michael comentou: “Rick, você sabe que eu percebi que Isaías não deixou de ver o Cristo. Suas visões e profecias eram a visão do Cristo em ação. Ele estava realmente “vendo” o Cristo como tendo vindo e Isaías como “vendo” o universo de Deus como de fato existia.”
Essa ideia me acompanha há mais de trinta anos. Concordo com essa visão espiritual — com o olhar verdadeiro, como nos ensina a Ciência Cristã, podemos ver o universo de Deus e a criação como ela é e como sempre será. E o que Eddy nos diz sobre o universo?  “Os passos espirituais de progresso no exuberante universo da Mente conduzem a esferas espirituais e a seres sublimes. Para o sentido material esse universo divino é nebuloso e longínquo, cinzento nas tonalidades sombrias do crepúsculo; mas breve o véu se levanta, e a cena se inunda de luz” (CeS 28, 513:6-10).
Como declarado no Hino 58, escrito por Elizabeth C. Adams (Hinário da Ciência Cristã):
“Em teu lar a salvo estamos, / Onde há só perfeição; / Teu prazer nós partilhamos /
Vendo Tua criação. / Ao viver em alegria, / Sem temor no coração, / Só em Ti nós confiamos, /
Pai és Vida em ação.”
Um universo que se desdobra continuamente em beleza, cor, suprimento, individualidade, diversidade, ordem, harmonia, saúde é uma maravilha para se contemplar. E como é maravilhoso poder regozijar e dizer:
“Eu vejo você, perfeito, completo e feliz.”

Este estudo metafísico foi preparado por Rick Stewart, C.S., Dresden, Alemanha
+49 351 312 4736 /rickstewartcs@aol.com

[Comentários entre colchetes: Warren Huff, Diretor do Acampamento dos Cedros e Editor dos estudos metafísicos]

A tradução para o português é gentileza de Leila Kommers e Martha Samary, e leitura final por Orlando Trentini, CSB

Visite o saite  http://www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e partilhar com seus amigos.

Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira.  http://www.cedarscamps.org/metaphysical

CICLO DE PALESTRAS DA CIÊNCIA CRISTÃ NO RIO DE JANEIRO

Padrão
Palestrante:
Leide Lessa, Praticista, Conferencista e Membro do Conselho de Conferencistas da Ciência Cristã.
 
O direito de dizer não
 A palestra é sobre “o direito de dizer não”, dizer não a qualquer tipo de abuso, o que inclui o direito de não aceitar imposições médicas com respeito à saúde, ao parto ou imposições sociais. “O direito de dizer não”, tem como objetivo apresentar o direitoimages (1)das pessoas de não fazerem algo com o qual não concordam e o respeito devido por parte da sociedade. Serão abordados aspectos importantes para  a classe médica, como a liberdade de escolha do paciente. E para jovens, como lidar com a pressão de amigos quanto a sexo, bebidas, cigarro e drogas. Exemplos concretos demonstram  como o raciocínio lógico, a explicação e a disciplina conquistada com regras claras e fundamentadas, fazem com que todos (adultos, jovens e crianças) se beneficiem. O “saber dizer não” traz benefícios para o lar, para a escola e para a sociedade em geral.
Sábado, 11 de maio de 2013, às 15h
Primeira Igreja de Cristo, Cientista, RJ

CIÊNCIA e SaÚDE com Sombra

Rua Isidro de Figueiredo, 44 – Maracanã – RJ
 
Segunda–feira, 13 de maio de 2013, às 11h
UERJ – Universidade Estadual do Rio de Janeiro
 R. São Francisco Xavier, 524, auditório 11 – 1º andar – bloco F
 
 
 
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Como viver com liberdade, propósito e alegria
 
Leide Lessa, explica: “Durante a palestra, dou exemplos do que passei, enquanto sofri de profunda depressão e como a Ciência Cristã me curou completamente, abrindo o caminho para uma vida de liberdade, propósito e alegria.  Mostro como a compreensão metafísica sobre Deus, sobre a vida e sobre si mesmo pode guiar as pessoas à solução de qualquer problema, inclusive depressão, baixa autoestima, ou senso de limitação. Também comento como a saúde física, mental ou emocional é um direito divino que todos podem exigir por meio do discernimento espiritual obtido ao estudar os ensinamentos de  Jesus, iluminados pela descoberta de Mary Baker Eddy“.
Segunda–feira, 13 de maio de 2013, às 18h
UERJ – Universidade Estadual do Rio de Janeiro
 R. São Francisco Xavier, 524, auditório 11 – 1º andar – bloco F 
 
 
Entrada Franca

Patrocínio: Primeira Igreja de Cristo, Cientista, RJ – Tel. 2264 4141; 2471 9509
                  Segunda Igreja de Cristo, Cientista, RJ – Tel. 3114 0054; 3150 4169
                  Sociedade da Ciência Cristã, RJ – Tel. 3396 8267

Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros Tema: “A doutrina da expiação” de 15 a 21 de abril de 2013

Padrão

CIÊNCIA CRISTÃ – LIÇÃO BÍBLICA (LB)
Estudo Metafísico do Acampamento dos Cedros
Tema: “A doutrina da expiação”
de 15 a 21 de abril de 2013
Heather K. Libbe, CS
(heather.libbe@gmail.com)
Compartilhe a alegria de ser UM com Deus!
São reais a doença, o pecado e a morte? Não!
Ainda bem que na semana passada foi tratada e negada a realidade dessa tríade do erro. E é maravilhoso que
esta semana a Lição Bíblica nos ajuda a ir mais fundo na nossa compreensão da irrealidade do pecado, ou seja,
qualquer crença de que podemos, de alguma forma, ser separados de Deus.
Na autobiografia de Mary Baker Eddy chamada Retrospecção e Introspecção, lemos o seguinte: “O pecado era,
e é, a suposição mentirosa de que a vida, a substância e a inteligência sejam ao mesmo tempo material e
espiritual, e contudo, separados de Deus.” (P. 67:7-10). Primeiro, o pecado é uma suposição mentirosa de que a
vida, a substância e a inteligência poderiam de algum modo estar separadaos de Deus. Como cientistas cristãos,
sabemos que isso não é possível, porque somos constantemente UM em Deus. Na verdade, nada pode nos
separar do Amor onipotente de Deus que está cuidando de nós a cada momento!
Em segundo lugar, temos de superar a crença de que a substância, a inteligência e a vida, podem ser tanto
material como espiritual, livrando-nos da sugestão de um eu separado. Eddy continua, em seu livro,
afirmando: “Silenciar o eu, alias, elevar-se acima da personalidade corpórea, é o que reforma o pecador e
destrói o pecado.” À medida em que nos libertamos do eu mortal nos sentimos mais elevados e abençoados!
Então, vamos mergulhar em explorar a Doutrina da Expiação e ser grato por todos os maravilhosos recursos que
existem para sermos gratos! `A medida em que mantiverrmos a nossa unidade, sacrifícando o eu, nos
arrependermos, e nos demonstramos a unidade do homem com Deus, reconheceremos a expiação de Jesus —
crucificação e ressurreição — e aderimos à “doutrina da Ciência Cristã,” estaremos demonstrando expiação
consciente, a irrealidade do pecado. Que presente para o mundo!
TEXTO ÁUREO – “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou
e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” (1 João 4:10).
O amor de Deus é onipotente, incondicional, infinito, abrange tudo. A Concordância Strong esclarece que a
palavra propiciação vem de uma palavra grega que significa “apaziguar ; Meios para apaziguar”, para
produzir um estado de paz, tranqüilidade, calma ou contentamento; con a intenção de satisfazer , dissipar, ou
aliviar. “
Cristo Jesus – o Filho de Deus – é a Verdade que dissipa as crenças no pecado, acalma as tempestades do
sentido material — “personalidade corporalidade”– e trazendo uma sensação duradoura de paz, calma e
tranquilidade a todos os membros da criação perfeita de Deus.
LEITURA ALTERNADA – (1 João 2:1-3; 4:8,9, 14-17,19)
Como é maravilhoso saber que, como filhos amados de Deus, nós sempre temos um advogado quando parece
que “erramos o alvo”(estamos em pecado) e somos tentados a acreditar que estamos separados de Deus! Na
verdade, cada um de nós, sim, todos nós temos Cristo, a Verdade, como nosso advogado sempre presente e
ativo em sua função.
A segunda estrofe do Hino N º 93 do Hinário da Ciência Cristã é assim:
“Habitar com o Amor que não pode mudar,
faz o homem, do seu medo e angústia, encontrar libertação; Não mais
vítima de uma gama de grandes anseios,
está em Deus que o guarda em perfeita paz.”
(Tradução livre, pois ainda não consta em nosso hinário.)
O amor de Deus por cada um de nós é imutável. Não podemos deixar de habitar neste Amor, quando estamos
conscientes de ser UM com este Amor divino. O exemplo de Cristo Jesus mostra-nos que, como expressão e
reflexo do Amor, somos feitos perfeitos, por isso podemos estar e viver “em perfeita paz”.
Seção 1: Atenha-se a sua unidade
Jesus Cristo tinha um senso claro da doutrina da expiação, quando disse: “Eu e o Pai somos um.” O maior
sanador do mundo fez essa declaração humilde! Não só ele não teve dúvida de que ele era um com o Pai, pois
tinha uma compreensão muito clara de quem estava fazendo o trabalho, quem lhe deu autoridade sobre o
pecado, doença, doença e morte. (CeS 3) Ao reconhecer a nossa unidade com Deus, temos esta mesma
autoridade!
Num determinado bimestre durante meu primeiro ano na faculdade, eu fiquei estressada de tal maneira que nem
conseguia agir normalmente.
Eu tinha passado o bimestre anterior fora do campus, ajudando um amigo querido que passou por um desafio
difícil, e ainda precisava orar por aquela experiência. Eu também estava desesperada por causa das minhas
condições de vida, e ainda por cima estava engajada em mais compromissos do que devia. Quando os prazos
começaram a chegar, descobri que nem conseguia sair da cama, de tão exausta. Em meio às lágrimas, eu me
sentia um tanto desanimada, e gritei: “eu simplesmente não consigo fazer tudo isso”.
Quase imediatamente, apesar de a minha intenção não ter sido a de estar orando, eu ouvi muito firmemente:
“Sabe Heather, você está certa. VOCÊ não pode fazer isso, sozinha”.
Nem preciso dizer que essa mensagem angelical fez a humildade tomar conta de mim! Eu percebi que estava
pensando que eu era responsável por cumprir tudo por minha própria conta, que eu era uma mortal que estava
agindo, de alguma maneira, independente de Deus. Uma vez que essa crença foi descoberta e eu reconheci a
minha unidade com Deus, um grande peso saiu dos meus ombros. Consegui gradativamente cumprir meus
compromissos. Essa percepção pareceu ser o catalizador da minha completa liberdade do sentimento de
limitação por uma miríade de desafios. Desde então, tem sido um privilégio tanto celebrar quanto demonstrar “a
unidade do homem com Deus” (CeS 2).
Já que o crescimento espiritual vem de nos livrarmos da crença de que estamos separados de Deus (CeS 5), por
que não nos atemos a nossa unidade com Deus?!?!
Seção 2: Com a autoridade do Cristo, sacrifique o eu
Com autoridade, Jesus nos deu o Sermão do Monte, que inclui a ideia de que ele estava cumprindo a lei (B9).
Apesar de ser fácil concluir que o Cristianismo conflita com as leis e os profetas do Antigo Testamento, como:
“a lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo” (B4), no One
Volume Commentary of the Bible Dummelou argumenta que Jesus deu uma grande importância ao Antigo
Testamento, e que na verdade ele foi além de cumprir a lei e os profetas em “todos os detalhes” por meio de seu
ensino espiritual e moral, e também de sua compreensão tanto das leis políticas quanto das cerimoniais.
Em 1 Samuel, por exemplo, lemos que obedecer e ouvir a Deus é melhor que oferecer qualquer sacrifício (B1).
Em Marcos, lemos que amar a Deus de todo coração, de todo entendimento, de toda alma e de toda força e amar
ao próximo é melhor que qualquer sacrifício (B7).
De acordo com o New Westminster Dictionary of the Bible, as oferendas eram uma “expressão exterior da
resposta do homem à graça de Deus…uma forma visível de oração oferecida a Deus”. Essas ofertas podiam ser
feitas tanto em público quanto em particular, e eram apresentadas sob três formas principais: bebidas, vegetais e
animais. As ofertas de animais geralmente consistiam de bois, vacas, ovelhas, cabras e pássaros, apesar de haver
diferentes especificações baseadas nas circunstâncias. Por exemplo, qualquer um desses animais poderia ser
usado para uma oferta de pecado, apesar de os pássaros não poderem ser usados para uma oferta de paz. Há
muitas regras específicas para os sacrifícios encontradas no Pentateuco ou os cinco primeiros livros do Antigo
Testamento, chamados livros da lei.
Em vez desses sacrifícios bastante materiais (visíveis), Eddy nos encoraja a sacrificar constantemente o eu para
sermos salvos do pecado (CeS 7). Apesar de ser comum pensar que servir aos outros significa despojar-se
completamente de si mesmo, eu descobri que é útil pensar em “auto sacrifício” ou falta de egoísmo como o
livrar-se de uma crença de que temos um eu separado, em primeiro lugar.
Podemos fazer isso por meio da “expiação de Cristo”, que reconcilia o homem a Deus (CeS 6). Ao pensar sobre
o que significa reconciliar-se a Deus, pode ser útil a lembrança da seguinte pergunta: “Acaso sou eu feita à Sua
imagem e semelhança, ou é Deus feito à minha imagem?” Ater-se à compreensão de que nós somos feitos à
imagem e semelhança de Deus, e não vice-versa, requer tanto humildade quanto sinceridade. Porém, com base
na compreensão de que existe apenas um Deus, o Cristo nos dá autoridade para nos ater a essa compreensão.
Seção 3: Arrependa-se
Quando parece que fizemos algo de errado, não precisamos cair na armadilha de acreditar que esse pecado fará
parte da nossa identidade para sempre. Como lemos no terceiro artigo de fé da Ciência Cristã: “…a crença no
pecado, contudo, será castigada enquanto ela perdurar” (p. 497). Então, tudo o que temos de fazer é nos
arrepender, voltar-nos ao Cristo e deixar a Verdade corrigir o erro!
Da mesma forma que os discípulos de Jesus não foram seduzidos pelos escribas e fariseus a acreditar que Jesus
estava pecando ao jantar com os publicanos e os pecadores (B13), Jesus não foi enganado pelos escribas que
trouxeram a mulher adúltera para ser apedrejada (B14). Em vez de decidir entre a opção A ou a opção B,
fazendo a escolha de apedrejar a mulher adúltera ou não, o que o colocaria em problemas com as autoridades
romanas, ele escolheu a opção C ou “opção do Cristo”, ao dizer: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja
o primeiro que lhe atire pedra”. Não era da conta deles julgá-la, em primeiro lugar, e Jesus não se deixou
enganar. De acordo com Dummelow, escrever no chão era uma prática comum que indicava falta de vontade
para lidar com uma determinada situação. Entretanto, Jesus não estava ignorando o problema. Ele estava
deixando que a Verdade fizesse o trabalho por meio da compreensão que ele tinha da sua unidade com a
Verdade.
Não apenas os escribas e fariseus foram repreendidos, mas o arrependimento da mulher lhe trouxe cura
instantânea e ela recebeu as belas palavras de Jesus: “Vá, e não peques mais”. A mulher adúltera foi capaz de
“volver-se do pecado e perder de vista o eu mortal para achar em Cristo, o homem real e sua relação com Deus,
e para reconhecer sua filiação divina (CES 13). Uma vez que fez isso, o pecado não teve mais poder sobre ela.
Seção 4: Demonstre a unidade do homem com Deus
Novamente, somos introduzidos à ideia da expiação quando Eddy diz: “Ele (Jesus) não pretendia ter
inteligência, ação, nem vida separadas de Deus” (CeS 14). Sem inteligência… Sem ação… Sem vida separada de
Deus. Isso inclui tudo!
Mas, como realmente demonstramos a unidade do homem com Deus? (CeS 16).
Temos muitos exemplos da demonstração de Jesus por toda a Bíblia. Com todas as histórias na LB dessa
semana, podemos testemunhar a autoridade do Cristo em praticamente todas as seções. Observamos, quando
Jesus curou o homem da paralisia, que qualquer um naquela época poderia dizer: “Estão perdoados os teus
pecados.” Porém, nem todos podem dar continuidade com um “Levanta-te e anda” (B17). Jesus tinha
capacidade para fazer isso porque sabia que não estava separado de Deus. Ele estava tão certo de seu propósito
de “tratar dos negócios de seu Pai” (Lucas 2:49) que não poderia ser pego por nenhuma armadilha armada pelos
escribas – dessa vez tentando acusá-lo de fazer coisas que somente Deus poderia fazer. Ele conseguia perceber
com o que precisava lidar e o que era que precisava ser curado, e fazia isso com “certeza científica” (CeS 17).
E, quando a cura acontecia, as multidões maravilhavam-se e glorificavam a Deus. Essa cura não era para o
ganho pessoal de Jesus, pois estava claro para ele que ele não “buscava a vontade dele, mas a vontade do Pai,
que o enviou” (João 5:30). Com essa compreensão, ele estava praticando a expiação, que possibilitava a ele ser
capaz de “demonstrar o poder curativo da Verdade e do Amor” (CeS 17). Que maravilhoso podermos nós
também fazer o mesmo através de nossa compreensão de que somos um com Deus!
Seção 5: Reconheça a expiação, a crucificação e a ressurreição de Jesus
Na noite anterior, antes de Jesus ser crucificado, na Última Ceia, na oração conhecida como “Oração Sacerdotal
de Jesus”, ele orou por si mesmo, pelos apóstolos e pelo mundo (B18). Ele, então, passou pela crucificação e
pela ressurreição, algo que tinha capacidade para fazer porque renunciou a si mesmo por completo no jardim do
Getsêmani.
No artigo chamado “O caminho de Getsêmani” do Christian Science Journal de abril de 1945, Lucy Hays
Reynolds declara, “O Mestre provou que o caminho da glória divina não era de glorificação pessoal, mas de
completa auto-renúncia. Lemos nas Escrituras que Jesus assentou-se e rezou honestamente três vezes: que se
fosse possível, que o cálice passasse dele, mas que fosse feita a vontade de Deus; depois, novamente, orou para
que se isso não fosse possível, que a vontade de Deus fosse feita; finalmente, reiterando essa vontade, ele
chegou ao pináculo sublime da auto-rendição e seguiu para o Getsêmani totalmente preparado para demonstrar a
capacidade da natureza divina a de superar o mundo”.
Ao ser capaz de testemunhar a ressurreição de Jesus, os discípulos conseguiram acreditar que era possível (CeS
19). Como está escrito na Nova Versão Internacional “A grandiosa graça [de Deus] estava sobre todos eles”
(B20), o que também acontece conosco quando reconhecemos a crucificação e a ressurreição de Jesus….
Além disso, podemos demonstrar a unidade do homem com Deus reconhecendo o papel que Cristo Jesus tem
como o “Guia”. O Filho de Deus provou para sempre a irrealidade da morte, o pecado final ou crença na
separação, através da ressurreição, que só pode nos ajudar na “compreensão da Vida eterna, ou seja, de que a
Alma, o Espírito, é tudo, e a matéria nada é” (CeS 21). Em vista disso, Cristo Jesus é o apaziguador dos nossos
pecados.
Seção 6: Mantenha-se fiel à “Doutrina da Ciência Cristã”
A Nova Tradução na Linguagem de Hoje interpreta Hebreus 13:9 assim: “Não se deixem levar por
ensinamentos diferentes e estranhos…”(B15 – seção 4). Qual é, então, a doutrina que devemos seguir?
MBEddy apresenta a doutrina da Ciência Cristã: (CeS 23)
· “O Amor divino não pode ser privado de sua manifestação ou objeto
· A alegria não pode ser convertida em tristeza, porque a tristeza não é senhora da alegria
· O bem jamais pode produzir o mal
· A matéria jamais pode produzir a mente
· A vida jamais pode redundar na morte
Através de todos essas postulados – uma compreensão mais elevada do Amor, alegria, bem, Mente e Vida
divinos, conseguimos superar qualquer crença na separação de Deus, provando, assim, a irrealidade do pecado.
Através da graça de Deus e de um desejo sincero por santidade (CeS 24), podemos seguir o exemplo de nosso
Mestre. Através da “unidade da fé” e uma compreensão de que, tendo um Pai-Mãe, somos todos irmãos (CeS
9), experimentamos a totalidade do Cristo, a Verdade (B23). [Experimentar a totalidade do Cristo é uma
experiência imperativa, “mais cedo ou mais tarde…” “todo joelho se dobrará” (CeS 54:10, Filipenses 2:10).
Como Efésios 2:4-6 coloca (B22), “Deus… nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus”. .. .. E,
através da demonstração de nosso ser em Deus, somos elevados à “possibilidade de uma unificação com a ideia
espiritual do homem e seu Princípio divino, o
Amor” (CeS 27).
Isso é tudo o que há para nossa UNIDADE com Deus.
Este estudo metafísico foi preparado por Kathy Fitzer, C.S., Heather K. Libbe, CS (heather.libbe @ gmail.com)
[Comentários entre colchetes: Warren Huff, Diretor do Acampamento dos Cedros e Editor dos estudos
metafísicos]
A tradução para o português é gentileza de Leila Kommers e Martha Samary, e leitura final por Orlando
Trentini, CSB
Visite o saite http://www.trentinicsb.com. Ali encontrará esta tradução e as anteriores para estudo, para baixar e
partilhar com seus amigos.
Os estudos metafísicos dos Cedros sobre o estudo diário da Lição Bíblica da Ciência Cristã, contendo ideias de
aplicação metafísica, são oferecidos, durante todo o ano, para que os amigos da Ciência Cristã vejam e
demonstrem o grande valor do estudo diário da LB. Os Cedros são um complemento para a LB. O estudo em
inglês será postado, no link abaixo, na 2a. feira. Sua tradução para o português será postada até a 3ªfeira.
http://www.cedarscamps.org/metaphysical

Intuição

Padrão
pordosol2
Por  Ovidio Trentini
Mensagens mentais recebidas sem interferência da razão funcionam como protetoras.
A consciência humana lida com dois tipos de ações mentais. Um deles, a razão, elabora idéias, argumentações, forja situações, planeja coisas e ações.
O outro, que é mais simples, é a intuição. É basicamente constituída de pensamentos que nos vêm pelo subconsciente. Em todo o caso, esses pensamentos surgem como novidade e, muitas vezes, de surpresa desafiando a lógica consciente; por isso a razão, não raro, tende a desprezar ou desfazer a intuição. Esta não é elaborada pela razão.  A inspiração artística é um exemplo de intuição.
De onde vem a intuição? Geralmente vem de fonte elevada acima de nossa consciência. Essa fonte elevada é a Mente divina, infinita e todo-sábia. Essa Mente não está enclausurada numa forma física. Quando essa Mente “fala” conosco, isso é feito em pensamentos que circulam em nossa mente, que também não está encerrada sob o crânio. Há os que chamam essa Mente de Deus, com o que eu concordo. Assim, quando Deus fala conosco, Ele o faz por meio de pensamentos “ditos” à nossa consciência. Sempre foi assim. Os antigos profetas–e também os novos–ouviam a voz de Deus, porque seu contato com a Divindade era tão íntimo que os pensamentos recebidos lhes pareciam ditos por alguém.
Ainda hoje em dia, quando alguém recebe uma intuição esta lhe soa como se alguém lhe tivesse falado.  Toda pessoa já teve experiência com a intuição. Se for analisar esses momentos, verá que havia neles alguma instrução de ação aparentemente ilógica mas que ao final era correta. E se a instrução intuitiva não foi seguida, o resultado não foi agradável. Eu aprendi a obedecer à intuição. Certa vez, quando adolescente, fui incumbido de levar um pacote a uma pessoa, cujo endereço em Porto Alegre ficava numa rua que eu não conhecia. Recebi indicações de como chegar lá e fui. Andei muiiiito. Caminhei pra lá e pra cá na área informada, mas não localizei a rua. Estive perto. Foi quando me veio o pensamento de andar mais ½ quadra. Olhei de onde estava mas não percebi nenhuma rua cruzando. Fui na outra direção. Algum tempo depois perguntei a um passante sobre a tal rua que eu procurava. A resposta me levou a um beco que não era visível de longe. Se tivesse obedecido a intuição, teria achado logo. Aquilo me serviu de lição.
De outra feita quando trabalhava no DNER (hoje DNIT), na supervisão da pavimentação de uma rodovia, tive outra experiência com intuição. Voltávamos para casa no fim da tarde e, à frente de nosso veículo, andava um trator agrícola no mesmo rumo. A estrada era um trecho ainda não asfaltado. Quando nos aproximávamos do trator para ultrapassá-lo, já tendo o motorista tomado posição segura para a manobra, veio-me o pensamento de que aquele trator poderia querer entrar numa fazenda localizada logo à frente e à esquerda. Falei ao motorista para buzinar, o que ele fez. No mesmo instante o tratorista iniciava a manobra de dobrar à esquerda, sem olhar para trás, o que nos cortaria a frente e o choque seria inevitável. Ouvindo a buzina, manobrou ao seu lugar e nós passamos perto sem tocar nele. Foi quase! Até hoje sou grato a Deus por essa proteção.
Ao darmos atenção à intuição ou pensamentos angelicais podemos ser libertados de problemas, se lhes obedecemos. Eddy afirma: “Sob a providência divina não há acidentes”*. A providência divina se evidencia na intuição. Devemos desenvolver essa prontidão mental de estar alerta às intuições. Sempre antes de qualquer acidente, houve momentos de intuição que não foi atendida por algum dos envolvidos. Quando não sabemos o que fazer ou por onde ir, podemos consultar a fonte da intuição, a Mente divina. Nós A ouvimos quando silenciamos a razão e ficamos atentos à voz interior. É nosso anjo-da-guarda.
*Ciência e Saúde com a Chave das Escriturasp. 424.
.o0o.
o.e.trentini@express.com.br                                                                            visite WWW.trentinicsb.com

Apresentação Workshop das Parábolas I – 2011 – São Paulo- Brasil.

Padrão

Como sugestão de apresentação, esse é o power point apresentado pela região Sul no evento do Workshop das Parábolas I – realizado no dia 05 de Novembro de 2011 em São Paulo – Ciência Cristã – Brasil.

A ideia é apresentar as parábolas juntamente com o suas interpretações

metafísicas, baseadas nos ensinamentos de Mary Baker Eddy – fundadora da Ciência Cristã.

Parábolas

Parábolas

Nosso próximo Workshop será realizado no dia 17 e 18 de Novembro de 2012 na Segunda Igreja de São Paulo.

Todos serão BEM VINDOS!

Será transmitido via skype.

Informações: globalteambrazil@gmail.com (em português/inglês/español).